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EXPOSIÇÃO CONTRANATURA

10.01.2026

sábado, 17:00
Galeria CCC
  • Entrada Livre

10 DE JANEIRO A 29 DE MARÇO

| 27.MAR.2026 — 10h30 Tertúlia

 

Tertúlia sobre a exposição "Contranatura", de Bartolomeu de Gusmão e Sebastião Casanova
27.MAR.2026 — 10h30 | Centro Cultural e de Congressos — Caldas da Rainha
Atividade destinada aos estudantes da Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha (ESAD.CR), aos alunos do Secundário das Escolas de Caldas da Rainha e para toda a comunidade interessada nesta temática. Contará com a presença dos artistas Sebastião Casanova e Bartolomeu de Gusmão e o curador Óscar Faria. A moderação ficará a cargo de Isabel Baraona, docente na ESAD.CR.

A entrada é livre (limitada à lotação da sala), sujeita a inscrição prévia para o email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ter o JavaScript autorizado para o visualizar.

Iniciativa em parceria entre o Gabinete de Programação e Difusão Cultural do IPLeiria, Rede Alumni e CCC de Caldas da Rainha.

 

A mostra Contranatura com curadoria de Óscar Faria, traz essa dualidade entre noite e dia, entre o riso e o choro, entre o isolamento e a comunidade. Sebastião Casanova e Bartolomeu de Gusmão partilham o mesmo território mas cada um tem uma vida própria. O diálogo que emerge nesta exposição procura sublinhar a singularidade de cada artista, sem contudo esquecer esse lugar quotidiano de encontro: Caldas da Rainha.

Há nas Caldas da Rainha uma geração que tem marcado o panorama da arte contemporânea portuguesa. Entre eles Sebastião Casanova e Bartolomeu de Gusmão. São pintores e as suas práticas definem a singularidade de quem constrói um universo próprio. Juntá-los numa exposição significa aproximações e distanciamentos. Um diálogo onde o atrito vale tanto como o acordo nos pressupostos de dizer um mundo: o deles, o nosso. A natureza entra assim pela cidade. E somos levados a encontrar falésias entre pratos que se acumulam, por lavar, ao fim da noite. Esquecemos que há uma vida a ser vivida, porque a morte nos chega todos os dias, seja através de um verso, seja pelo desejo traduzido numa obra de arte.

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